O branding nas mídias sociais por Lorena Galdino

Resumo

A Internet permitiu às pequenas e médias empresas criar um canal de visibilidade e possibilidades de divulgação de seus produtos e marcas de forma mais acessível que os meios de comunicação tradicionais. Por serem ambientes de partilha de ideias e interesses, as redes sociais online possibilitam transformar o relacionamento e a comunicação em uma poderosa ferramenta de construção de marca, na qual o consumidor é cada vez mais o centro das atenções. Para que essa ferramenta seja efetiva para a construção e gestão de marcas, são necessários planejamento e ações corretas, direcionadas para as necessidades das pequenas e médias empresas, mas nem sempre isso ocorre.

Palavras-chave: redes sociais, marcas, pequenas e médias empresas.

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5 dicas para aumentar o alcance de seus textos na Internet

As boas práticas de escrita do jornalismo por muito tempo foram de certa maneira bem estabelecidas. Escrever a lide, seguir a pirâmide invertida e muitos outros costumes já estavam internalizados por boa parte dos profissionais de jornalismo (afinal, eles funcionam), mas agora que a maior parte do conteúdo do mundo é consumido digitalmente, será que essas práticas ainda são válidas?

No mundo digital as regras podem até parecer novas, mas se pensarmos bem, boa parte dos princípios são os mesmos, mas em escalas e proporções diferentes. Da mesma maneira em que um jornal precisa de títulos chamativos para que seja comprado em uma banca de jornais, um blog post precisa ser clicado em uma rede social. Se um artigo não prende a atenção do leitor nas primeiras palavras ou batida de olho, ele passará de página ou fechará o site.

A grande diferença é que na Internet o leitor possui muito mais liberdade para decidir como e onde irá ler seu texto e também há um volume muito maior de informações bombardeando as pessoas. Além disso temos também algumas práticas e regras que são intrínsecas do mundo digital, como SEO ehyperlinking. 

Levando-se em conta essas diferenças e particularidades, aqui estão 5 dicas essenciais para quem quer se enveredar pelo mundo da redação para a Internet:

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Tensões entre a grande mídia e as utopias da cibercultura

Desde que se começou a falar sobre Web 2.0, quando os serviços online passaram a enfocar interfaces para produção colaborativa, os debates sobre tecnologias digitais ganharam um tom festivo. Era como se finalmente tivéssemos alcançado a terra prometida, a sonhada possibilidade de desbancarmos a grande mídia. Se antes se dizia que a liberdade de imprensa só existia para os donos de jornais, nesta nova era tecnológica todos passaram a ter voz. Através dos blogs, potencializados por fáceis sistemas de publicação e interação, qualquer um pode expor suas opiniões sobre política, produtos culturais, bens de consumo, etc. Com sites de redes sociais, somando-se a essa caixa de ferramentas digitais, quem precisaria recorrer aos velhos meios de comunicação? Ainda baseados no processo industrial de produção e circulação de informações, por que buscar notícias em jornais e emissoras de TV e rádio que apenas transmitem, mas não aceitam conversações? Para que ler relatos de segunda mão na imprensa, se quem melhor conhece o problema do buraco na esquina é o blogueiro que mora na vizinhança? E quem precisa visitar os portais, se links para notícias relevantes circulam sem parar no Twitter e no Facebook?

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Fichamento “Web 2.0 e redes sociais na educação” de João Mattar

“A web 2.0 provoca uma mudança da epistemologia clássica da educação para uma nova epistemologia, baseada em pedagogias de aprendizagem ativas, construtivismo, ensino situado, co‐criação de conhecimento, revisão por pares e novas formas de avaliação. Siemens (2008), por sua vez, argumenta que o desenvolvimento tecnológico e os softwares sociais estão alterando significativamente a maneira pela qual os aprendizes acessam a informação e o conhecimento, e dialogam entre si e com o professor.” p. 2

“Neste milênio o cenário é completamente diferente, com o desenvolvimento das TICs (Tecnologias da Informação e da Comunicação), da internet, das ferramentas da web 2.0 e das redes sociais, que passaram a ser incorporadas à educação. Hoje é possível construir redes sociais à distância em que várias pessoas interagem, síncrona e assincronamente. A nova geração de nativos digitais cresce, convive, comunica‐se, estuda e trabalha em rede. Nessas redes, o conhecimento é aberto e colaborativo, e os usuários não são mais concebidos apenas como recipientes passivos, mas simultaneamente como produtores e desenvolvedores de conteúdo.” p.3

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