5 dicas para aumentar o alcance de seus textos na Internet

As boas práticas de escrita do jornalismo por muito tempo foram de certa maneira bem estabelecidas. Escrever a lide, seguir a pirâmide invertida e muitos outros costumes já estavam internalizados por boa parte dos profissionais de jornalismo (afinal, eles funcionam), mas agora que a maior parte do conteúdo do mundo é consumido digitalmente, será que essas práticas ainda são válidas?

No mundo digital as regras podem até parecer novas, mas se pensarmos bem, boa parte dos princípios são os mesmos, mas em escalas e proporções diferentes. Da mesma maneira em que um jornal precisa de títulos chamativos para que seja comprado em uma banca de jornais, um blog post precisa ser clicado em uma rede social. Se um artigo não prende a atenção do leitor nas primeiras palavras ou batida de olho, ele passará de página ou fechará o site.

A grande diferença é que na Internet o leitor possui muito mais liberdade para decidir como e onde irá ler seu texto e também há um volume muito maior de informações bombardeando as pessoas. Além disso temos também algumas práticas e regras que são intrínsecas do mundo digital, como SEO ehyperlinking. 

Levando-se em conta essas diferenças e particularidades, aqui estão 5 dicas essenciais para quem quer se enveredar pelo mundo da redação para a Internet:

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Fichamento: O que é ética

VALLS, Álvaro L. M. ; O que é ética. São Paulo: Brasiliense, 1986.

OS PROBLEMAS DA ÉTICA

“Tradicionalmente ela [a ética] é entendida como um estudo ou uma reflexão, científica ou filosófica, e eventualmente até teológica, sobre os costumes ou sobre as ações humanas. Mas também chamamos de ética a própria vida, quando conforme aos costumes considerados corretos. A ética pode ser o estudo das ações ou dos costumes, e pode ser a própria realização de um tipo de comportamento.” p. 7

“Costuma-se separar os problemas teóricos da ética em dois campos: num, os problemas gerais e fundamentais (como liberdade, consciência, bem, valor, lei e outros); e no segundo, os problema específicos, de aplicação concreta, como os problemas da ética profissional, da ética política, de ética sexual, de ética matrimonial, de bioética, etc. É um procedimento didático ou acadêmico, pois na vida real eles não vêm assim separados.” p. 8

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7 estratégias para divulgar um release

O release é a principal ferramenta utilizada pelas assessorias de imprensa para “vender” uma notícia ou pauta do seu cliente. É pelo release que os jornalistas conhecerão produtos, serviços, eventos, lançamentos, etc. Para que um release atinja seu objetivo, algumas técnicas e cuidados devem ser aplicados. Confira sete estratégias antes de divulgar um release na imprensa:

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Por que estudar a Mídia?

SILVERSTONE, Roger. Por que estudar a Mídia? 2ª ed. São Paulo: Edições Loyola, 2005. Capítulo 1 – A textura da experiência. pp. 11- 32.

Vivemos em contato direto e constante com a mídia e nela encontramos traços da nossa experiência cotidiana. Encontramos as informações sobre os mais diversos interesses e isso nos aproxima das outras pessoas que possuem os mesmos interesses. A mídia tornou-se algo que nos ajuda a compreender o mundo. Compreendemos assim ações, atitudes, posturas tomadas pela sociedade em frente a um determinado assunto.

Atualmente consideramos a mídia como uma extensão do nosso corpo. Ela nos acompanha a todos os lugares e em todos os momentos. Desta forma, nos tornamos também, objetos da mídia. No mundo midiático buscamos “persuadir, informar, entreter, educar, onde procuramos, de múltiplas maneiras e com graus de sucesso variáveis, nos conectar uns com os outros” (pp.17). Consequentemente entendemos a mídia como representação do que vivenciamos cotidianamente, é o nosso “mundo apresentado e representado” (pp.22).

Roger Silverstone afirma que precisamos reconhecer a realidade da experiência, até mesmo as experiências midiáticas. Assim, nossa experiência determina nossa interpretação dos acontecimentos. O autor ainda defende que os “atos, eventos, palavras, imagens, impressões, alegrias, dores e até as confusões” (pp. 27) do campo midiático só possui significado para os indivíduos porque podemos relacioná-lo às nossas experiências e às experiências do senso comum.

Martínez e Chaparro, uma só ideia

Comentários sobre as opiniões convergentes dos textos de Carlos Chaparro em “Ideias para um novo jornalismo impresso” e Tomás Eloy Martínez em “Crônica e reportagem: em busca de um jornalismo para o século XXI”.

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